Puerpério imediato, tardio e remoto: o que são e como lidar

Embora as grandes mudanças pelas quais as mulheres passam após o período gestacional sejam indiscutíveis, o puerpério ainda soa como um enigma para muitas pessoas.

O puerpério é o período pós-parto, no qual o corpo e a mente da mãe passam por uma série de transformações notáveis. 

O extraordinário ciclo da maternidade carrega uma aura muitas vezes considerada sagrada ou mágica, o que leva muitas mães a silenciar as preocupações e angústias comuns ao puerpério.

A verdade é que ao receber um bebê nos braços, você embarca em uma montanha-russa emocional e física, com curvas e reviravoltas que podem parecer avassaladoras em alguns momentos. 

É aí que surgem as dúvidas, as inseguranças e os questionamentos, que não se restringem às mães, se estendendo a todos os familiares e pessoas próximas. 

Como apoiar da melhor maneira uma mãe que está passando pelo puerpério? Quando a situação deve ser considerada preocupante? E quando buscar ajuda?

Afinal, o puerpério pode vir acompanhado de situações como o baby blues e a depressão pós-parto, que precisam receber a devida atenção. 

Em primeiro lugar, é preciso entender que o puerpério é uma fase de transição e de adaptação. Mesmo que a montanha-russa de sensações pareça interminável, vai chegar o momento em que as coisas vão se organizar.

Além disso, é importante saber que o puerpério não é um período homogêneo. Ele se desdobra em três fases: puerpério imediato, tardio e remoto.

Cada uma delas traz consigo uma série de desafios que precisam ser vivenciados de maneira intensa, porém muito bem-informada, para que você não questione sua capacidade e desenvoltura como mãe e consiga se sair bem nos momentos mais complexos.

Nos próximos tópicos, exploraremos em detalhes as três fases do puerpério, oferecendo não apenas uma visão clara do que esperar, mas também orientações para ajudar a enfrentar cada etapa. 

Continue a leitura e tire suas principais dúvidas sobre o puerpério. 

O puerpério imediato

O puerpério se inicia imediatamente após o parto e sua primeira fase, o puerpério imediato, normalmente é vivenciado nos dez primeiros dias após a chegada do bebê.

É importante saber que, embora cada uma das três fases do puerpério tenha características específicas e provoque diferentes mudanças, não há uma regra que determine quando cada uma delas termina.

Há indicações do tempo médio de duração de cada fase, mas como estamos falando de um período complexo de transição, cada mulher pode vivenciá-lo de formas diferentes.

Nesse sentido, o puerpério imediato corresponde ao turbilhão dos primeiros dias após o nascimento do bebê. Ou seja, a partir da expulsão da placenta, tem início o puerpério imediato. 

Esse é um período repleto de ajustes rápidos, tanto físicos quanto emocionais, enquanto o corpo se recupera do parto e a mente se adapta à presença do novo membro da família.

Em termos físicos, nesta primeira fase, o útero começa a retornar ao seu tamanho original depois de ter passado por um período de grande expansão para acomodar o crescimento do bebê.

Esse processo pode causar cólicas e desconforto, mas é uma parte crucial da recuperação pós-parto e normalmente ocorre gradativamente até o puerpério tardio.

Além disso, a produção de leite começa, normalmente acompanhada de sensações de inchaço e sensibilidade nos seios.

Nos primeiros dias do puerpério, ou seja, durante o puerpério imediato, a mulher está aprendendo a amamentar e a se adaptar à nova rotina de cuidados com o bebê. 

Daí a importância da rede de apoio nessa fase, para uma adaptação mais tranquila à nova rotina. 

Emocionalmente, a mãe pode experimentar uma montanha-russa de sentimentos. A alegria do nascimento muitas vezes se mistura à fadiga intensa, enquanto a adaptação aos novos padrões de sono e à demanda constante do bebê pode ser desafiadora. 

É comum sentir uma explosão de amor, mas também momentos de ansiedade e insegurança diante das novas responsabilidades.

Por ser uma fase de mudanças intensas, também é no puerpério imediato que acontecem as complicações mais sérias, como, por exemplo, a depressão pós-parto.

É comum que os familiares também estejam envolvidos emocionalmente com a chegada do bebê e acabem não dando a devida atenção aos cuidados necessários com a mãe após o parto. 

No entanto, esta é uma fase crucial e o próprio Ministério da Saúde recomenda aos profissionais da área que as mães sejam atendidas a partir de uma perspectiva integral, que considere seu contexto sociocultural e familiar.

Portanto, se você acabou de ter um bebê ou está vivenciando a gestação e se preocupa com a fase do puerpério imediato, procure ajuda sempre que sentir essa necessidade. 

As alterações emocionais nesta fase, até certo ponto, são consideradas naturais, mas não podem ser negligenciadas.

Segundo o Ministério da Saúde, em seu Manual Técnico sobre pré-natal e puerpério, as alterações emocionais que merecem maior atenção no puerpério, são as seguintes: 

  • Baby blues: afeta de 50% a 70% das puérperas e corresponde a um estado depressivo mais brando, transitório, que aparece em geral no terceiro dia do pós-parto, com duração aproximada de duas semanas. Caracteriza-se por fragilidade, alta emotividade, alterações de humor, falta de confiança em si própria e  sentimentos de incapacidade;
  • Depressão pós-parto: manifesta-se em 10% a 15% das puérperas. Os sintomas mais frequentes incluem perturbação do apetite e do sono, redução de energia, sentimento de desamparo ou culpa excessiva, pensamentos recorrentes de morte e ideação suicida, além do sentimento de inadequação e rejeição ao bebê;
  • Lutos vividos na transição gravidez-maternidade: Pensar a questão do luto é muito impotante pois, muitas vezes, a mulher que sofre um aborto não procura a ajuda de um profissional da saúde para fazer uma avaliação fisica e ainda e fica desamparada, do ponto de vista psicológico e emocional. Além do luto das mães que sofreram o aborto, há também o luto simbólico pelo período da vida “sem filhos” que não retornará mais.

Como é possível observar, essas alterações emocionais acontecem com grande parte das mães e essa conclusão é um bom ponto de partida para conseguir lidar com a fase do puerpério imediato: você não está sozinha

Lidando com o puerpério imediato

Muitas mulheres estão vivenciando as mesmas sensações. Então, não há nada de errado com você e nem com a sua conduta como mãe. Esta é uma nova fase, uma fase de transformações, e você precisa de um tempo para se adaptar. 

As questões emocionais apontadas acima podem ocorrer nas três fases do puerpério. No entanto, o mais comum é que elas se manifestem no puerpério imediato, já que esta é a fase mais intensa de transformações. 

Veja abaixo algumas orientações que podem te ajudar a vivenciar essa fase de forma mais equilibrada:

  • Descanse sempre que possível: vai parecer impossível descansar, dadas as demandas do bebê, às amamentações sucessivas em curtos intervalos de tempo e à sua própria preocupação com o bem-estar dele, mas o descanso é crucial para a recuperação. Então, tente tirar cochilos curtos sempre que o bebê estiver dormindo. A privação do sono pode intensificar as alterações emocionais a ponto de prejudicar inclusive a produção de leite; 
  • Aceite ajuda: não hesite em aceitar ajuda de familiares e amigos. Permita que outras pessoas cuidem das tarefas domésticas para que você possa se concentrar no bebê e em sua própria recuperação. Muitas vezes, as pessoas próximas à puérpera desejam ajudar, mas não sabem exatamente como. Então, tente pensar em todas as tarefas que podem ser delegadas como, por exemplo, os cuidados com o seu lar ou o preparo das refeições, e solicite a ajuda de quem estiver por perto. A rede de apoio faz toda a diferença nesse momento; 
  • Comunique-se: Converse abertamente com seu parceiro, familiares ou amigos sobre seus sentimentos. A comunicação é a chave para garantir que você receba o apoio necessário. Com frequência, as novas mães colocam-se em segundo plano para dedicar-se exclusivamente ao bebê, afinal ele é tão pequeno e tão frágil. No entanto, se você não estiver bem, os cuidados com o seu filho também serão comprometidos. Portanto, o bem-estar dele depende da sua saúde física e emocional. Se algo não vai bem, converse sobre o assunto com as pessoas mais próximas; 

Ao atravessar o puerpério imediato, lembre-se de que está tudo bem não estar totalmente preparada para essa nova fase

A paciência consigo mesma é uma virtude nesses dias iniciais. No próximo tópico, exploraremos o puerpério tardio, uma fase em que as coisas começam a se estabilizar, mas ainda há ajustes a serem feitos.

O puerpério tardio

O puerpério tardio acontece a partir do 11º dia após o nascimento do bebê e vai até aproximadamente o 45º dia. 

Esta fase ainda é de adaptação à vida com o bebê, mas agora a mãe já está um pouco mais familiarizada com os cuidados necessários e as mudanças em sua rotina.

As alterações hormonais continuam em andamento, mas o sangramento (lóquio) diminui a intensidade, e o útero já está mais próximo de seu tamanho normal. 

A produção de leite aumenta progressivamente e a amamentação se organiza melhor, pois já é possível notar, por exemplo, quantas vezes em média por dia o seu bebê vai procurar o seio.

No entanto, ainda que haja uma espécie de rotina estabelecida, a adaptação ainda está em progresso. A mãe continua se sentindo cansada e ainda está aprendendo a lidar com as novas responsabilidades.

Ou seja, este é um período de transição em que os desafios iniciais começam a se estabilizar, permitindo que as mulheres se adaptem gradualmente à nova rotina e aos aspectos emocionais da maternidade, mas ainda é uma fase que requer atenção por conta das alterações tanto físicas quanto emocionais. 

No puerpério tardio, o corpo continua a se recuperar, e muitas das mudanças intensas do puerpério imediato começam a diminuir. 

Emocionalmente, o puerpério tardio é marcado por uma mistura de sentimentos. Algumas mães começam a se sentir mais confiantes em seus papéis, enquanto outras podem ainda enfrentar momentos de dúvida e exaustão

A busca por uma nova normalidade está em andamento, e é comum que as mães explorem uma gama completa de emoções durante esse processo.

Lidando com o puerpério tardio

No puerpério tardio, você vai começar a reconhecer padrões nas necessidades do seu bebê e vai aprofundar sua relação com ele.

Veja abaixo algumas dicas valiosas para colocar em prática durante o puerpério tardio: 

  • Estabeleça uma rotina flexível: embora seja possível identificar alguns padrões no comportamento e nas necessidades do seu bebê, não tente criar uma rotina rígida. É claro que ter uma rotina básica pode trazer uma sensação de estabilidade, que é muito positiva. No entanto, esteja aberta aos ajustes, pois a flexibilidade é fundamental quando se trata de cuidar de um recém-nascido; 
  • Cuide da sua saúde mental: reserve um tempo para si mesma sempre que possível. É comum que as mães no puerpério se coloquem em segundo plano e, quando se lembram do autocuidado, geralmente ele fica concentrado em questões físicas, que sem dúvida são extremamente importantes. Mas, por outro lado, a saúde mental e emocional não pode ser deixada de lado. A prática de atividades relaxantes como, por exemplo, a leitura ou os banhos tranquilos, pode ser revitalizante; 
  • Conecte-se com outras mães: trocar experiências com outras mães que estão passando ou passaram pelo mesmo período pode ser reconfortante. Isso vai te trazer a sensação de não estar sozinha. Os sentimentos compartilhados podem ajudar a aliviar o fardo emocional e a troca de experiências pode trazer inspirações que vão te ajudar a lidar com sensações e situações que somente quem é mãe pode compreender. 

Enquanto você navega pelo puerpério tardio, lembre-se de que está construindo as bases de uma relação única e especial com seu bebê. 

Cada dia traz novos desafios, mas também conquistas significativas. No próximo tópico, exploraremos o puerpério remoto, um período em que a maternidade continua a evoluir e se transformar.

O puerpério remoto

O puerpério remoto ocorre a partir do 45º dia após o nascimento do bebê e sua duração é imprecisa.

A última fase do puerpério pode durar alguns dias ou alguns meses e depende de vários fatores, que incluem aspectos físicos e emocionais. 

No puerpério remoto, o sangramento pós-parto já acabou, e o ciclo menstrual da mulher já pode voltar, principalmente se ela não está amamentando em livre demanda.

O momento do retorno da menstruação varia muito. Algumas mulheres podem voltar a menstruar dois meses após o nascimento do bebê. Outras podem demorar mais de um ano.

Por isso, é importante conhecer o seu corpo e observar os possíveis sinais de retorno à normalidade.  

Durante o puerpério remoto, as adaptações feitas no puerpério tardio continuam a se solidificar e é natural que você comece a se acostumar e a se apegar mais às rotinas e tarefas da maternidade. 

É a partir do puerpério remoto que as mães desfrutam de uma maior estabilidade emocional e física e isso tem a ver também com a estabilização hormonal.

No puerpério remoto, o corpo da mãe continua a se ajustar, e muitas das mudanças do puerpério imediato, que pareciam intermináveis, tornam-se memórias distantes.

A involução uterina já está completa, ou seja, o útero já recuperou seu tamanho normal e os níveis hormonais geralmente retornam ao equilíbrio pré-gravidez. 

A amamentação, se estiver ocorrendo, torna-se mais fluida, e as mães muitas vezes se sentem mais conectadas ao seu corpo e às mudanças pelas quais ele passou.

Do ponto de vista emocional, as mães no puerpério remoto podem experienciar uma sensação de confiança mais sólida em seus papéis. 

O bebê agora é uma parte mais integrada da vida cotidiana, e as mães começam a encontrar um equilíbrio entre suas necessidades e as da criança. O amor e a alegria continuam a crescer, e a ansiedade inicial diminui consideravelmente. 

No entanto, é importante ressaltar que o processo de adaptação e evolução na maternidade é contínuo ao longo dos anos e diferente para cada dupla mãe-bebê.

Lidando com o puerpério remoto

Veja abaixo algumas orientações para agregar ao seu puerpério remoto:

  • Fomente o autocuidado: tire um tempo regularmente para se dedicar a atividades que nutrem sua saúde mental e emocional. Isso pode incluir exercícios leves, meditação, leitura, idas ao cinema, ou simplesmente momentos de tranquilidade;
  • Fortaleça suas conexões: continue construindo seu círculo de apoio, seja por meio de amizades maternas, grupos online ou encontros presenciais. Compartilhar experiências e conselhos pode ser enriquecedor;
  • Celebre as conquistas: é muito provável que durante o puerpério imediato e o puerpério tardio você tenha questionado sua capacidade de assumir exemplarmente a missão da maternidade. Por isso, ao chegar ao puerpério remoto, você deve comemorar. Você terá passado pelas duas fases anteriores e cumprido a parte mais difícil da missão, considerando as transformações do seu próprio corpo. Reconheça e celebre cada marco, tanto para você quanto para o seu bebê. Cada sorriso, cada nova habilidade do bebê e cada momento de realização na maternidade merecem ser apreciados.

O puerpério é subjetivo pois é centrado no binômio mãe-bebê. Ninguém pode determinar o tempo para que esta relação se fortaleça e a mulher se sinta suficientemente capaz para exercer sua maternidade do modo que desejar.

A mulher é um ser integral e o puerpério é um momento complexo que tem seu próprio tempo, podendo durar meses seguidos ao parto, ou seja, até que a mãe se sinta preparada física, psíquica e emocionalmente. 

Lembre-se que, mesmo no puerpério remoto, a jornada materna continua a se desdobrar e a maneira como você se relaciona com as experiências do pós-parto está diretamente atrelada às expectativas, informações, cuidados e, principalmente, ao apoio recebido durante a gestação. 

Estes fatores vão te tornar mais consciente e ativa neste processo. Portanto, busque o máximo de informações e não hesite em pedir ajuda, seja a dos familiares com as tarefas cotidianas, seja a de outras mães, com a troca de experiência. 

E é claro que você também pode buscar o apoio de um profissional da saúde se sentir que não está conseguindo lidar com a carga emocional que envolve o puerpério.  

A leitura do livro “O ano de ouro” representa um grande passo na missão de manter-se bem informada ao se preparar para vivenciar as diferentes fases do puerpério e da maternidade.

O livro é um guia sobre os meses mais importantes da mãe e do bebê e, além do puerpério, também aborda assuntos como a amamentação, o retorno ao trabalho e o relacionamento do casal após a chegada do filho. Para adquiri-lo basta clicar aqui.

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